quinta-feira, 7 de março de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
traira
A Traíra,
Hoplias malabaricus
Uma espécie que caça de emboscada. Prefere águas paradas (lênticas),
dando-se muito bem em lagos e açudes, mas está presente nos rios com constância,
situando-se predominantemente nos remansos deste.
Tem o corpo cilíndrico e alongado, como um torpedo.
Apresenta cor discreta, podendo, em função de fatores ambientais,
o mesmo indivíduo alterar significativamente o tom desde o bem claro como areia,
até um chumbo bastante escuro e marmoreado,
ficando especialmente clara quando em ambientes ensolarados e com areia clara ao fundo.
Algumas variedades geográficas apresentam olhos lindamente verdes,
outras vermelhos, outras ainda, cinzentos ou indistintos, etc.
Comportamento reprodutivo
O gênero Hoplias, apresenta uma reprodução parcelada, ou seja,
faz várias pequenas desovas na temporada reprodutiva.
Para tal, os "nubentes" procuram ou constroem em baixios,
alguma pequena depressão de uns 20 cm, onde a fêmea deposita seus ovos,
enquanto os macho os fertiliza, e fica cuidando por alguns poucos dias,
até que eclodam e se evadam espalhadamente para a vegetação.
Durante a ronda ao ninho,
algum destemido macho poderá até morder o pé, perna, mão, etc.,
de alguém, e possivelmente de algum animal pequeno que pisar nas proximidades.
Este é um grupo de peixes,
que pode ter seus ovos transportados involuntariamente pelas aves aquáticas,
por eventualmente ficarem aderidos às suas penas, patas e bicos,
o que explicaria seu comum surgimento em açudes isolados onde não foram colocados.
Comportamento alimentar
Pode caçar o dia todo, mas prefere horários crepusculares, sobretudo ao anoitecer.
Quando uma possível presa se aproxima de sua área de alcance,
que geralmente á inferior à um metro, a traíra ataca partindo de quase total imobilidade,
dando um bote fulminante, absolutamente explosivo.
Sua grande e forte boca, dotada de pontiagudíssimos dentes,
agarra e mantém fortemente apertada e presa a sua vítima.
Engole inteiro, mas podendo demorar muitos minutos neste processo, se sua vítima for grande.
Ela normalmente ataca presas que lhe cabem longitudinalmente na boca,
não importando seu comprimento.
Por esta regra, uma traíra pode comer outra com a metade do seu tamanho, ou até mais.
Ela regula sua bexiga natatória para pairar imóvel no meio da massa d'água, com grande precisão
mas geralmente fica apoiada em meio à vegetação aquática,
próxima a barrancos, ou quase encostadas sob galhos submersos.
Ao anoitecer, costuma caçar movendo-se lentamente pelas margens e baixios,
à procura de pequenos peixes e anfíbios.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
jiboia
As Jibóias são serpentes de médio a grande porte, podendo chegar a 4m de comprimento. Seu corpo é cilindríco, ligeiramente comprimido nas laterais, evidenciando sua forte musculatura constritora.
Alimentam-se basicamente de aves e de pequenos e médios mamíferos, que matam por constrição. Sua pupila vertical as caracteriza como animais noturnos, embora a prática mostre que possuem também atividades diurnas. Podem ter até 50 filhotes que nascem entre novembro e fevereiro, já totalmente formados, sendo portanto uma espécie vivípara (ou ovípara dependendo do autor).
Existe muito folclore em torno das jibóias. Em algumas regiões do Brasil, sua cabeça é cortada e usada como colar, com a finalidade de "fechar o corpo", protegendo o indivíduo contra uma série de males e "maus olhados". O famoso "Bafo de Jibóia" que popularmente causa manchas e feridas na pele, nada mais é que uma estratégia de defesa, onde a serpente expulsa o ar dos pulmões, produzindo um som característico; essa reação vem, muitas vezes, acompanhada do "bote".
No Brasil consideram-se duas subespécies; Boa constrictor constrictor Forcart, 1960, de grande porte, coloração amarelada e pouco agressiva, distribuindo-se pela região amazônica e pelo nordeste; e Boa constrictor amarali Stull, 1932, de menor porte, mais escura (acinzentada), mais agressiva, distribuindo-se do centro-oeste para o sul.
Alimentam-se basicamente de aves e de pequenos e médios mamíferos, que matam por constrição. Sua pupila vertical as caracteriza como animais noturnos, embora a prática mostre que possuem também atividades diurnas. Podem ter até 50 filhotes que nascem entre novembro e fevereiro, já totalmente formados, sendo portanto uma espécie vivípara (ou ovípara dependendo do autor).
Existe muito folclore em torno das jibóias. Em algumas regiões do Brasil, sua cabeça é cortada e usada como colar, com a finalidade de "fechar o corpo", protegendo o indivíduo contra uma série de males e "maus olhados". O famoso "Bafo de Jibóia" que popularmente causa manchas e feridas na pele, nada mais é que uma estratégia de defesa, onde a serpente expulsa o ar dos pulmões, produzindo um som característico; essa reação vem, muitas vezes, acompanhada do "bote".
No Brasil consideram-se duas subespécies; Boa constrictor constrictor Forcart, 1960, de grande porte, coloração amarelada e pouco agressiva, distribuindo-se pela região amazônica e pelo nordeste; e Boa constrictor amarali Stull, 1932, de menor porte, mais escura (acinzentada), mais agressiva, distribuindo-se do centro-oeste para o sul.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Tigrinus
Brachyplatystoma tigrinum
Nome Popular: Tigrinus, Zebra Shovelnose
Família: Pimelodidae
Distribuição: América do Sul, região Amazônica: Brasil, Colômbia e Peru
pH: 6.0 – 7.6 dureza: 5-12 temperatura: 24º-28° C
Tamanho adulto: 90 cm (comum 60 cm)
Sociabilidade: Pacífico com peixes que não caibam em sua boca. Territorial com sua espécie ou parentes próximos.
Manutenção: Médio
Zona do aquário: Fundo
Aquário mínimo: 200cm x 60cm x 60cm (720 L)
Alimentação: Carnívoro. É um predador especializado em peixes (ictiófago), a princípio pode não aceitar alimentos mortos, pelo que precisa de tempo para que se acostume, neste caso você devera alimentá-lo com peixes vivos, preferencialmente de cativeiro para evitar os parasitas, Isto pode ser diário ou a cada dois dias, outra boa opção é a minhoca, mas em pouco tempo aceitará com gosto filé de pescado, camarões, mexilhões, etc.
Características: Uma das espécies de bagres mais enigmática no hobby, esta espécie torna um verdadeiro aquário atordoamento habitante quando mantida corretamente. Para muitos amantes de grandes bagres é a própria espécie definitiva. Um único espécime custava bem mais de R$ 2.600,00 quando foi importado pela primeira vez. É muitas vezes confundido com B. juruense , especialmente quando jovens. Eles podem ser distinguidos facilmente, pois B. tigrinus tem de longe a padronização mais definida. B. juruense também é mais encorpado, tem barbilhões mais curtos e uma nadadeira adiposa maior que seu parente.
Muitos dos exemplares disponíveis no comércio são capturados quando juvenis e cultivadas em centros de manejo antes de serem exportados. para todo o mundo. Os exportadores acham esse método mais viável economicamente. Presumivelmente, isso é porque o custo adicional do crescimento dos peixes de tamanho comercializável significa que eles podem cobrar um preço mais elevado para o que já é um peixe caro. Aparentemente, eles também podem receber uma maior taxa de sobrevida utilizando este método, pois espécimes adultos selvagens capturados não se adaptam bem às condições de cativeiro. São particularmente sensíveis aos nitritos.Apesar destas medidas, este não é o peixe mais fácil de cuidar, por qualquer meio. Embora muitos espécimes vivam vidas longas e saudáveis em cativeiro, alguns aficionados relataram peixes previamente saudável, de repente, desenvolver um inchaço na cabeça. Em quase todos os casos, prevalece sobre uma morte bastante rápida. A causa exata é desconhecida. Várias hipóteses têm sido propostas pelos aquaristas experientes, incluindo a má nutrição, uma infecção bacteriana ou por falta de oxigênio dissolvido na água. Embora nenhuma prova conclusiva foi descoberta até agora, parece que estas causas estão, pelo menos de alguma forma, relacionadas. Considerando o custo do peixe e os potenciais armadilhas, é uma espécie recomendada apenas para hobbistas peritos.
Reprodução: Ovíparo. Monomórfico (machos e fêmeas são iguais). Nunca obtida em cativeiro.
fonte:http://www.forumaquario.com.br/portal/tigrinus/
segunda-feira, 4 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
JACUNDA
Jacundá é a designação comum a vários peixes do gênero Crenicichla, perciformes, da família dos ciclídeos. Possuem o corpo alongado, nadadeira dorsal contínua ocupando quase todo o dorso e, geralmente, um ocelo típico na cauda. Também são conhecidos por nhacundá e guenza.
O grupo integra 113 espécies, nativas dos rios e ribeiros da América do Sul.
O Jacundá habita rios de água fria e corrente, sendo um peixe frágil, muito suscetível à poluição. No sul do Brasil é conhecido também como Joaninha, Nhacundá, ou ainda como Badejo (pelo seu aspecto, parecido com o Badejo do mar).
O grupo integra 113 espécies, nativas dos rios e ribeiros da América do Sul.
O Jacundá habita rios de água fria e corrente, sendo um peixe frágil, muito suscetível à poluição. No sul do Brasil é conhecido também como Joaninha, Nhacundá, ou ainda como Badejo (pelo seu aspecto, parecido com o Badejo do mar).
terça-feira, 28 de junho de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)













